10 dias que me abalaram em Cabo Verde.
Durante esses dias em que fiquei na minha pequena cidade, que não parece ser mais tão minha assim, conversei com várias pessoas sobre a cidade como um todo, entre cervejas e mais cervejas. Sobre questões políticas, econômicas, culturais, e sobre aquelas coisas de cidade pequena que o poeta Drummond conhecia tão bem.
Com uns meninos que estavam pelo meu bairro fiquei sabendo que uma das alegações para que não se construa uma pista de bicicross é que a pista de skate foi contruida e hoje não é utilizada por aqueles que a reivindicaram. No caso, para deixar bem claro, Eu, Lelê, Danilo, Thiago, HP, Viviane, Letícia, entre outros amigos e simpatizantes. Em especial Eu e o Lelê sabemos bem o que houve. Nós pedimos a pista por 04 anos, com abaixo-assinados, fomos atrás de vereadores, utilizamos a tribuna da câmara, até que um dia depois de falarmos com o deputado Gustavo Corrêa conseguimos a verba, tendo como intermediário o Prefeito Claudinho. A pista foi feita. Foi sim. Mas da pior forma possível. Nós alertamos inúmeras vezes que teria de ser uma empresa especializada e não foi uma empresa especializada que realizou a obra. Resultado: rachaduras, buracos, trancos, barrancos e tudo para que não se pratique skate naquele local. É necessário também deixar claro que nem no início, quando tínhamos 14 anos de idade, pedíamos a pista para nós mesmos. Uma obra pública deve servir ao coletivo, como serviria se o serviço tivesse sido feito com um mínimo de decência. E pior, toda vez que tem um “arrancadão na lama” motos, gaiolas, passam pela pista, que não é iluminada e não tem nenhum alambrado ou mureta de contenção. Então peço que nossos políticos sejam justos e expliquem isto para os meninos mais novos. Que sejam justos, que não prejudiquem, nem nos prejudiquem, com falácias para encobrir mais uma falha gritante do setor administrativo.
Meus amigos, este caso é exemplar para o que vem acontecendo em Cabo Verde. Eu posso afirmar com muita clareza, como disse ao barbeiro, o problema do município não é econômico, é político. A cultura caboverdense tem produzido um cenário político-administrativo medonho. Observem o que eu digo. A culpa não é de um ou de outro – embora uma meia dúzia pelo poder, dinheiro e cargos que ocupem tenham mais responsabilidades – mas o problema é de todos. Onde é que esta aquela Cabo Verde que buscava alternativas? Resignou-se? Sempre existem alternativas. Sempre existem. Este município não está fadado a um destino geriátrico e roceiro. Mas é isto que querem que aceitemos.
Espero que com um novo ano as coisas melhorem, em especial neste ano, que temos a oportunidade de através do voto tentar a mudança. É possível mudar, sempre. Mais que isto, quando as coisas não vão bem é imperativo mudar.
Achei um ninho de Kadhafi
Com sete kadhafinhos
Quem deskadhafizar eles
Bom deskadhafizador, será!

(via Primavera Árabe... amanhã será?)
Se não tivermos passado pelas terapias antes,
Por conta de nossa indignação, pelas nossas frustrações,
E se não morrermos antes por algum impropério, um raio na cabeça, por exemplo,
Que é a morte mais indigna que se pode ter, devido a ausência de propósito,
Aos 60 anos provavelmente estaremos conformados com o que nos tornamos,
Sendo assim, me parece mais adequado me conformar no futuro com aquilo que pretendo ser agora,
Já que algum tempo mais tarde, que temo, virá à galope,
Não importará muito o que fiz de mim,
Apenas serei o que fiz de mim.
Que eu faça de mim algo que me orgulharia hoje!
Cleiton Corrêa
Colecionei discos e fotos lembranças de família
Trinta anos atrás não sabia o que estava por vir
Nascido em São Paulo,março fim dos anos 70
Em plena a ditadura militar repressão censura mata
Aos 12 ouvia ramones aos 15 ainda moleque descobri que
a vida não era simples roubaram o nosso país
Milhares de contas vencidas
Condomínio atrasado
Economizei cada centavo a que sobrou pra mim
Mais sobrevivi rompi barreiras eu venci
E todos sabem como é viver aqui no Brasil
Passei a madrugada inteira sem pregar os olhos
Sem pegar no sono refletindo voltei no tempo me perdi
Lavei até onde podia até onde minhas forças me deixaram ir
não me entreguei lutar pra sempre resistir
Sobrevivi rompi barreiras eu venci
E todos sabem como é viver aqui no Brasil
Mais com certeza meu lugar é aqui onde eu nasci
E todos sabem como é viver aqui no Brasil
Mais com certeza meu lugar é aqui onde eu nasci
A Escola da Ponte como insulto
Meus amigos, estou perplexo! Ontem assisti um vídeo na escola estadual em que trabalho, durante 1:30h, de uma fala do José Pacheco, ex-coordenador da Escola da Ponte em Portugal. Que legal! Para quem não conhece a Escola da Ponte é uma escola pequena de Portugal, que assim como outras escolas pelo mundo tinha inúmeros problemas, que culminavam no maior deles, nesta escola não se aprendia. Bem, a Escola mudou e se tornou uma referência mundial, recebendo milhares de visitantes anualmente, inclusive muitos brasileiros. Por quê? Porque adotou uma perspectiva, eu nem diria construtivista ou sócio-interacionista, mas acima de tudo, anárquica. Os alunos têm autonomia, a escola não tem portas fechadas (e ninguém sai), um trabalho em uma perspectiva dialógica, em que se parte das perguntas, daí para a pesquisa, construindo um conhecimento significativo. Como afirma José Pacheco, no dia em que ele assumiu a diretoria, a primeira e única coisa que ele fez foi acabar com o cargo de diretor, afinal, todos serão diretores. A escola recebe alunos “problemáticos” e é uma das campeãs nas avaliações oficiais. Realmente ótimo exemplo, a ser discutido e entendido.
Mas, meus amigos, não é isto que me deixou perplexo, afinal, já tinha conhecimento deste trabalho. O que me deixou perplexo foi este vídeo ser exibido numa escola estadual mineira, sendo indicado pela secretaria da educação. Eu perguntei para minha supervisora e continuo me perguntando: Qual parte da proposta da Escola da Ponte iremos adotar? Por que assistimos a este vídeo? Para ouvir um exemplo maravilhoso e nos sentirmos mal por não conseguirmos excelentes resultados em nossa escola?
A minha vontade, meus amigos, é a de usar todos os xingamentos do mundo para expressar minha indignação. O governo do PSDB mineiro, com Aécio e a agora Anastásia não dialogam nada com os professores. Nossas escolas são altamente tradicionais e burocratizadas. Eu estou com meus, pasmem, diários em casa pra preenchê-los porque a supervisora vai vistoriar. E querem me mostrar o modelo da Ponte, por quê? Por uma mera questão retórica? Para passar tempo? Respondam-me por favor, por quê? Por que para mim isto não passa de um insulto de uma secretaria da educação ditatorial, uma superintendência tecnocrata. Nunca vi o superintendente regional na minha escola, nunca falou conosco. Há algum tempo atrás fui chamado pela minha diretora em sua sala por que havia deixado alunos recém formados assistirem minhas aulas no “cursinho” oficial. Eu disse: mas eu acho que temos de fazer isto apoiados na proximidade com a comunidade, em um modelo de escola autônoma, como afirma a LDB. E sabe o que me disseram? Que eu não tinha que achar nada! Quando protestei a respeito dos Currículos Básicos Comuns a xerifona da SRE me disse: Se não se encaixa, se não se adapta, saia. E agora por que me mostram a educação anarquista da Escola da Ponte? Com quem estão falando? Só pode ser uma pegadinha... e eu procuro as câmeras, mas infelizmente não encontro nenhuma.
Visualização de informação: uso de imagens e design em EAD.
“Quem não comunica se trumbica” – José Abelardo Barbosa de Medeiros, Chacrinha, o “velho guerreiro.”
Buscar informação, comunicar-se, são dois imperativos de nossos dias, mas não só deles. Porém, atualmente, com o advento das novas tecnologias, no contexto do avanço modernizador de uma história acelerada, estar sempre informado e comunicar-se bem, são questões essenciais. E é notória a importância da imagem e da organização do que se pretende apresentar, expor, expressar, diante desta realidade. Assim, abaixo são apresentadas algumas imagens, comentadas a seguir. Comentários estes que buscam analisar e desta forma contribuir para com a construção de projetos mais favoráveis ao desenvolvimento educacional, em especial pensando na Educação à Distância.
Elizabeth Taylor, de Andy Warhol. O artista ambicioso que queria ganhar muito dinheiro, consegui. Com a serigrafia, Warhol reproduziu muitos ícones com simplicidade, objetividade e inovação. Itens imprescindíveis para uma boa comunicação e assim, podemos dizer, também para uma boa aprendizagem.

Mafalda, do cartunista argentino Quino. Quatro quadros, poucas cores, poucas palavras, tanta coisa dita. Quão importante não é o trabalho do educador que consegue transmitir uma informação de maneira tão sintética, divertida e possibilitando tamanha reflexão?

Cartaz do filme O Senhor das Armas, estrelando o ator Nicolas Cage. Observe: fundo branco contrastando com a imagem central; aplicação de efeito gráfico que desperta curiosidade; o semblante do ator, que representa uma personagem fria e angustiada. Boas dicas para a elaboração de aulas, em especial se você não poderá estar perto de seu aluno: técnicas que chamam a atenção, despertam a curiosidade, provocam e dão indicações do que será trabalhado.


Dois bons exemplos para material didático. A primeira imagem é a capa do Livro História – conceitos e procedimentos. A segunda, a abertura de um capítulo de outro livro didático, tratando da Antiguidade Clássica. Observem os projetos gráficos. O primeiro exemplo traz uma imagem forte, com traços próximos do que os adolescentes estão acostumados, uma roupagem pop. O segundo exemplo é de dar inveja! Ótima fotografia do Coliseu que sinaliza o assunto a ser estudado, texto de abertura bem colocado, questões para uma primeira reflexão, problematizando, no canto superior esquerdo da página e uma linha cronológica na parte inferior. Boas referências, concordam?



Começando o ano...
Na tentativa de dar considerações finais mais leves ao estuprador ano de 2010, deixo as máximas do Barão de Itararé. Bons dias, boas festas, cerveja, comida, comidas, menos presentes e um pouco mais de humanidade, por favor!
Máximas do Barão de Itararé
Barão de Itararé
De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Mais vale um galo no terreiro do que dois na testa.
Quem empresta, adeus...
Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
Quando pobre come frango, um dos dois está doente.
Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.
Cleptomaníaco: ladrão rico. Gatuno: cleptomaníaco pobre.
Quem só fala dos grandes, pequeno fica.
Viúva rica, com um olho chora e com o outro se explica.
Depois do governo ge-gê, o Brasil terá um governo ga-gá. ( Ge-gê: apelido de Getulio Vargas. Ga-gá: referia-se às duas primeiras letras no sobrenome do novo presidente, Eurico Gaspar Dutra).
Um bom jornalista é um sujeito que esvazia totalmente a cabeça para o dono do jornal encher nababescamente a barriga.
Neurastenia é doença de gente rica. Pobre neurastênico é malcriado.
O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim , afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.
Os juros são o perfume do capital.
Urçamento é uma conta que se faz para saveire como debemos aplicaire o dinheiro que já gastamos.
Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados.
O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.
A gramática é o inspetor de veículos dos pronomes.
Cobra é um animal careca com ondulação permanente.
Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.
Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
Há seguramente um prazer em ser louco que só os loucos conhecem.
É mais fácil sustentar dez filhos que um vício.
A esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados.
Adolescência é a idade em que o garoto se recusa a acreditar que um dia ficará chato como o pai.
O advogado, segundo Brougham, é um cavalheiro que põe os nossos bens a salvo dos nossos inimigos e os guarda para si.
Senso de humor é o sentimento que faz você rir daquilo que o deixaria louco de raiva se acontecesse com você.
Mulher moderna calça as botas e bota as calças.
A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.
Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.
Pão, quanto mais quente, mais fresco.
A promissória é uma questão "de...vida". O pagamento é de morte.
A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.
Extraído de "Máximas e Mínimas do Barão de Itararé", Distribuidora Record de Serviços de Imprensa - Rio de Janeiro, 1985, págs. 27 e 28, coletânea organizada por Afonso Félix de Souza.
Atenção, Creuzebek! - O anarquismo dos ídolos.
Memórias e signos, não nostalgia atordoante.
Há 15 anos estávamos eu, meu primo Alex, minha irmã e minha prima Thays, as duas ainda criancinhas, pulando pela casa de minha mãe. No rádio tocava em uma fita K7, de qualidade quase original, como dizíamos na época, dos Mamonas Assassinas. E hoje, uma tarde de sábado boa pra acalmar os ânimos, depois de mais uma semana trabalhosa e desafiadora, como geralmente são, de súbito me dei conta que estava pulando e cantando ao som dos Mamonas de novo. O som agora vem do computador, o disco foi baixado da internet, eu tenho um desgracento crediário nas Casas Bahia e minha filha Sophia é quem me acompanha agora, tentando cantar as músicas. E assim como trabalha o divertido – mas parece que foi feita de garrafas pet –, filme Sex and the city 2, que acabei de ver, o tempo passa e as coisas mudam.
Desde a morte dos Mamonas, mesmo me sentindo um pouco culpado, meio estranho, tenho defendido que a morte foi boa para eles, se é que se pode afirma isto. A questão é que eu não acredito que eles pudessem manter o nível de criatividade, de genialidade do primeiro trabalho. Seria impossível! E mesmo que o fizessem, o mercado, as pessoas sempre ávidas de rostos mais frescos, poderiam não valorizar os Mamonas como poderiam merecer. A morte faz de meros humanos, mártires. Ídolos, sob os quais muitas vezes vivemos às sombras. Uma música que eu, o Lelê e o Silas compomos com a Iperatividade, chamada Heavy Metal Boy é um ótimo exemplo disto. Como não reconhecer que o que os meninos de Guarulhos fizeram não está ali presente também?
Eu não gostaria de ver o Dinho hoje metendo os pés pelas mãos na Fazenda, ou fazendo campanha para o José Serra, para o Aécio, para o Anastasia. Morrer foi mesmo melhor! Quero dizer, melhor foi mesmo a anarquia. Transgressão irreverente foi o grande legado que os Mamonas nos deixaram e é isto que não podemos perder, ou temos de cultivar. Mesmo diante de dias duros, de compromissos tantos, da hipocrisia, dos fundamentalismos, eu afirmo a mim mesmo, e pode fazer sentido a outros, que é este espírito de molecagem, ironia, peraltagem, que não devemos perder. Porque o tempo, os Mamonas e tantas outras coisas, a gente vai perdendo mesmo durante a vida.

POLÍTICA, RELIGIÃO E VÁ LÁ... DANIEL PIZA
• A contradição: os padres que não fazem sua parte no projeto divino do crescei e multiplicai-vos, defendem a vida!
• Entendi: a classe média é medíocre – no passado recebeu BOLSA FAMÍLIA, estuda com PROUNI, compra casa com o MINHA CASA, MINHA VIDA, compra no cartão em muitas vezes devido a ESTABILIDADE ECONÔMICA e quer se sentir na elite votando no Serra.
• O Fernando Gabeira sequestra embaixador, troca por Zé Dirceu e a Dilma é que é terrorista.
• Votar na Marina é uma coisa bonita de mais, é cult! Difícil é pensar como somente um partido, o PV, governaria. Não, é possível sim. Alianças, esquecimento do projeto inicial e quem sabe um mensalão novo, mas de acordo com o meio ambiente, é óbvio.
• Quem é a favor da vida que nunca compre uma camisinha e de forma alguma a pílula do dia seguinte!
• O que é mais difícil? Um negro, uma mulher ou um ateu ser eleito no Brasil para presidente? Um ATEU, pelo que observo. Vivemos em uma TEOCRACIA e criticamos o IRÃ!
• O lugar dos homens é no palanque. De deus é no altar. → ESTADO LAICO JÁ!
• Como já gostei do Daniel Piza do Estadão. Culto! Mas depois de um texto fazendo um esforço enorme para analisar as telenovelas da Globo e de seus comentários sobre o segundo turno das eleições 2010 está difícil viu!
• Serra, serra, serra dô, serra o papo do vovô...
Salmo do Asco!
Tu que pensava ter e saber de tudo,
Deparará com o novo sempre que foste soberbo.
E irá encontrar o perigo e a decadência
No que até então era diversão.
E quando isto te passar irá entender porque muitos desistiram.
Irá compreender a causa da morte provocada.
Quando teu espírito não mais couber em teu corpo,
Quando tuas costas não mais suportarem o peso de seus inconsequentes atos,
E espantarem ou rirem da gratuidade de suas palavras sem nexo,
E teus olhos não mais puderem confrontar outros,
Vós compreendereis, que toda vossa postura,
Não esconde a grande fissura da marca que carregastes!
4 anos!
Em comemoração aos 4 anos deste blog, quatro jogos dos sete erros!
Valeu Soph!
CARTA ABERTA AO POVO CABOVERDENSE
Olá, meus conterrâneos! Que tanta alegria me dão! Que tanta saudades me trazem! Que me fazem rir sozinhos muitas vezes! Não só meus amigos. Mas os Tira-finas, os Betos, os Nórfos, e por aí vai.
Falo a vocês, diretamente neste momento. Falo com vocês, porque eu vejo, o que muitos também veem e não podem ou não querem dizer. Eu vejo uma cidade estagnada por uma má administração. Vejo buracos e desarranjos. Vejo uma Minas Gerais perdendo oportunidades, por conta de um tal choque de gestão. E que querem anestesiar, desculpem-me, anastasiar. Eu vejo os mesmos Neves e os mesmos Melos sempre. E isto é lamentável.
Meus amigos, nosso país melhorou, seguindo as possibilidades econômicas que este sistema capitalista ofereceu. Nosso país, que já foi estuprado pela alta inflação, pelo analfabetismo, pelo desemprego, hoje, respira. É certo que há muito que fazer. Corrupção, altos juros, disparidades, devem ser combatidos. Mas realmente estamos no caminho. Talvez não o melhor, mas um bom caminho, diante das conjunturas.
Um dos maiores órgãos de imprensa mais importantes do mundo, a Times, elegeu recentemente o presidente Lula como a personalidade mais influente na atualidade, e seu patrão vem te falar que ele é a nova praga da agricultura. Isto não é verdade. Mas deixem eu lhes contar um segredo, sussurrado: é que estes caras se acostumaram com tudo pra eles, absolutamente tudo, e a melhoria dos pobres muitas vezes incomoda. E mais, eles acreditam em Jornal Nacional e em grandes cooperativas!
O PSDB e o DEM, e o seu candidato José Serra, o hipocondríaco, são os que representam a elite patronal egoísta e exploradora no nosso Brasil. Vocês são trabalhadores, como eu? Então não votem neste retrocesso, mesmos que te paguem uma cerveja, que te prometam novas telhas ou que te ameacem.
Um forte abraço!
Good Vacation! Bads informations!
Copa do Mundo: Mesmo com os erros de arbitragem absurdos definindo jogos – só para recordar dois: 1º, gol da Inglaterra anulado contra a Alemanha; 2º, escanteio não marcado para a Holanda, na sequência o gol espanhol do título –, um dos irmãos metralha, o velho Blatter, afirmou que os erros e as discussões após estes, a polêmica, fazem parte do futebol. Só no futebol! É o esporte que não avança, despreza a tecnologia e continua a beneficiar a roubalheira.
Caso Bruno: Absurdos na TV! Mesmo que eu seja Fluzão, é bom lembrar sempre: o Bruno é suspeito. E suspeito também é o delegado Edson Moreira, que não se comporta como um policial e sim como um exibicionista, precipitado, irresponsável, desequilibrado. E suspeita também é a Rede Globo de televisão, por não respeitar nada, nem investigações policiais, em nome dos índices de audiência e de ser sempre a primeira.
Educação no Rio de Janeiro: O Rio de Janeiro é o estado da contradição. É isto que ratificam os frescos dados divulgados sobre avaliações nacionais de educação. As escolas do Rio de Janeiro são as que tiveram no montante o pior resultado no IDEB entre os estados do sudeste, porém, das 50 primeiras escolas no ranking do ENEM, 15 são do estado do Rio. A extrema maioria particulares, é claro. O velho asfalto versus o velho morro! Violência!
|
||||
|
|
||||
![]() | ||||
|
||||